Estou em silêncio hoje e o meu ânimo esmaeceu. Lá fora as luzes acesas de baladeio na cidade. Aqui dentro a vontade e permanecer à luz do dia. Se por acaso a aurora se perder ou então o que eu faço agora não ter algum sentido, eu ainda vou persistir.
Enquanto pensamos em fúerias perdidas, em histórias passadas e coisas difíceis de se entender, nossa visão perde o foco do que era para estar à vista.
Minha mente pede férias, meu corpo cansado está...quase não há tempo para considerações.
Enquanto pensamos em fúerias perdidas, em histórias passadas e coisas difíceis de se entender, nossa visão perde o foco do que era para estar à vista.
Minha mente pede férias, meu corpo cansado está...quase não há tempo para considerações.
O reflexo está em toda a parte, no que faço, aprendo e no que eudigo. O esquecimento toma conta de mim.
A parcialidade se atmontoa, o enigma dos meus dias traça um caminho de giz, que desaparece à 1ª garoa.
Talvez hoje me falte coragem para passar minha história a limpo, para achar algumas folhas, para considerar alguns rabiscos.
A cidade continua em movimento e as cores se sobrepõe sobre o meu muro pixado. A imagem do momento é de passagem, é desejo por presença constante.
A cidade continua em movimento e as cores se sobrepõe sobre o meu muro pixado. A imagem do momento é de passagem, é desejo por presença constante.
A realidade está sem tempo, a palavra pronunciada abreviada está.
Mas a verdade que anceio pro agora é a que fica, a que dura, a que não pode mudar.



